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Direcionando seu caminho ao sucesso!

 

Sempre digo isso (mas poucas pessoas me escutam): hoje o maior capital de qualquer organização não é o que ela tem, mas sim, quem ela tem.

 

Todo empresário deveria saber que com a atual (e provavelmente duradoura) escassez de capital humano qualificado, é bem mais fácil reter um bom talento do que buscar novos talentos no mercado. Infelizmente, muitos ditos gestores têm esse problema agudo de percepção e continuam trabalhando com o equivocado pensamento de que as pessoas são substituíveis.

 

Se pararmos para fazer uma análise histórica, vamos perceber que de fato há alguns anos atrás essa realidade era “verdadeira”, haja vista que as demandas de trabalho eram quase robotizadas e com pouco espaço e liberdade para inovação.

 

O QUE MUDOU?

 

Tudo mudou! Hoje a sociedade está hiperconectada, as pessoas valorizam mais o ser interior do que o ter exterior e o salário não é o mais importante na hora de escolher um emprego. Para os novos profissionais, um bom ambiente de trabalho e benefícios são os aspectos mais valorizados atualmente e quem está na frente dos projetos, ou seja, das empresas, tem muita representatividade, mais do que o “eu mando e você obedece”. Hoje o “vamos fazer, aprender e crescer juntos” tem mais valor.

 

Sempre defendi que o que baliza a permanência de um profissional em uma organização é um tripé constituído por: o que se faz (satisfação) + quanto se ganha (beneficio) + o que se aprende (troca).


Numa leitura mais profunda deste tripé, podemos afirmar que a relação empresa/empregado precisa ser uma via de mão dupla, o resultado e satisfação tem que vir para os dois. Do mesmo modo a empresa deve ser um ambiente favorável constituído por uma atmosfera amigável – o que é fundamental para o relacionamento e inovação.

 

Segundo pesquisas da The “Y Factor” outros fatores sine qua non são o equilíbrio entre vida profissional e pessoal. Benefícios oferecidos pelas empresas também são atrativos, além de cursos, treinamentos, bônus por desempenho e possibilidades de crescimento.

 

Infelizmente, muitos continuam céticos a essas tendências, o que é lastimável. Enquanto não houver uma desconstrução de antigos padrões, algumas empresas continuarão a beber muita água da maré mercado.

 

Ou as empresas desenvolvem uma cultura empreendedora e meritocrática e montam um verdadeiro time de craques, ou elas continuarão cultivando velhos padrões e permanecerão na mediocridade.

 

 

Por Fernando Coelho

 

Fonte: Administradores. com
Outubro 2013

 




São Paulo

 

 

 

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