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Direcionando seu caminho ao sucesso!

Em tempos de aceleradas mudanças no cenário econômico, político e empresarial, há uma demanda crescente para que as pessoas mantenham-se informadas. Isso resulta no investimento do capital intelectual, através do desenvolvimento das competências, das habilidades e das atitudes (CHA), visando atender às necessidades especificas em determinadas funções exercidas na organização.


E no meio corporativo essa realidade não é diferente, haja vista que as empresas a cada dia estão preocupadas com os resultados a serem obtidos por seus funcionários, também conhecidos como: capital humano - talentos internos - pratas da casa - colaboradores - parceiros. É pensando nesta formação dos talentos internos que muitas empresas investem na educação dos seus funcionários. Para tanto, elas contam com as ações de desenvolvimento, geralmente realizadas internamente na própria organização ou através da contratação de consultorias que oferecem cursos ou treinamentos que atendam às necessidades das funções requeridas. E todas essas ações educacionais são supervisionadas de perto pela área de Gestão de Pessoas ou Treinamento & Desenvolvimento.


O importante é que nestas áreas exista um trabalho articulado entre administradores, psicólogos, assistentes sociais, pedagogos ou psicopedagogos. Afinal, estes dois últimos profissionais são responsáveis por promoverem ações para que haja desenvolvimento cognitivo, afetivo, físico e também comportamental em cada cidadão. Mas, você pode estar se perguntando neste momento: é possível o pedagogo atuar fora do espaço escolar?


A resposta é: sim. Isso porque desde o ano de 2006, o Conselho Nacional de Educação instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de Pedagogia, onde mencionou as diferentes atribuições do pedagogo para atuar em espaço escolar (formal) e não-escolar (informal), visando possibilitar o ensino e a aprendizagem das pessoas em diferentes fases de desenvolvimento, níveis, modalidades e espaços educativos. Por isso, atualmente, há demanda de trabalho para este profissional atuar em escolas, empresas, hospitais, igrejas, ONGs e demais espaços que requeiram conhecimentos pedagógicos.


Isso é muito bom, pois essa nova realidade possibilita a expansão de oportunidades de trabalho e emprego para o profissional de Pedagogia, o que só vem a agregar a demanda de oportunidades que há nas empresas diante dos processos de treinamento e desenvolvimento dos funcionários, seja através das ações de educação nas modalidades presenciais, como também semipresenciais e até à distância, pois cada vez mais as empresas necessitam de mão-de-obra qualificada e a alternativa é investir em treinamentos internos e também externos.


E para otimizar cada vez mais os processos, muitas empresas têm investido na implantação de Escolas ou Universidades Corporativas - de forma a oferecer aos funcionários oportunidades de aprendizagens que atendam às necessidades da organização e também a competitividade global. E o caminho é investir na aprendizagem contínua dos funcionários, a fim de que estes alcancem os resultados almejados - quer na vida profissional, quer na vida pessoal. Afinal, será através da valorização e do reconhecimento desprendido internamente, que cada colaborador terá o sentimento de pertencimento a esta organização.


Por isso a necessidade de estar atento às "pratas da casa", procurar reter talentos através das seleções internas, desenvolver as competências técnicas e comportamentais daqueles que precisam, avaliar suas competências, oferecer feedback sempre que necessário, mensurar os resultados, conceder benefícios variáveis e remuneração compatível com a entrega de trabalho, observar as competências que se sobressaem, como também aquelas que precisam ser aprimoradas.


Ou seja, será o conjunto de ações bem planejadas, executadas e avaliadas que possibilitarão às empresas otimizarem tempo e custos para desenvolver pessoas; evitando assim o apagão de talentos em médio e longo prazo. Afinal, este é um tema que muito tem preocupado as empresas nos últimos tempos; já que mão-de-obra qualificada está cada vez mais escassa no mercado de trabalho.

 


Por Joelma Ramos

 

Fonte: RH.com.br
Agosto 2013

 




São Paulo

 

 

 

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